

O que sim sabemos é que Marful tem alguma cousa em comum com a lenda. Uma, que ata e desata amores ali por onde passa, outra, que também nom acatam as normas e as convençons e proponhem-nos sair dos espaços habituais para fazer reviver outros, nom pensados para a música, mas que bem podem ser gozados com ela e como outros prazeres como a comida, a bebida e a companha.






Na Ilha, foi assim... 14 de fevereiro. Houve conservas Vengarco, vinho de Viña Sobreira, Pam das Hortas de Vilanova, as roupas de Gv, margaridas para os amores indecisos, narcisos para amores narcisistas, camélias para as camaleónicas, mimosas para mimos, toxos para as picantes... muito bom ambiente, momentos espontáneos e improvisados, o continho da vapora da mamá de Teira, e muitos abraços em imagens, algumas delas, acabamos de deixar-vo-las aqui.
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